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Uma reportagem do UOL revelou que 181 logins e senhas ligados à Sentinelx, uma das empresas que operam o Smart Sampa em São Paulo, ficaram expostos na internet por 11 meses. As credenciais podiam dar acesso a imagens captadas por 58 mil câmeras usadas para identificar pessoas por características faciais e físicas.

A prefeitura afirma que um agente da Guarda Civil Metropolitana acessou o sistema de forma indevida, foi afastado e está sendo investigado. O município também diz que o repositório foi retirado do ar e que reforçou a segurança com senhas exclusivas e autenticação em dois fatores.

Especialistas em privacidade e direitos digitais alertam que o caso escancara os riscos da vigilância em massa e aponta possível violação da LGPD. Para críticos, mais câmeras não significam mais segurança quando os controles de acesso falham e imagens sensíveis podem vazar.

Smart Sampa: rede de 58 mil câmeras expôs senhas por 11 meses

Uma reportagem do UOL revelou que 181 logins e senhas ligados à Sentinelx, uma das empresas que operam o Smart Sampa em São Paulo, ficaram expostos na internet por 11 meses. As credenciais podiam dar acesso a imagens captadas por 58 mil câmeras usadas para identificar pessoas por características faciais e físicas.

A prefeitura afirma que um agente da Guarda Civil Metropolitana acessou o sistema de forma indevida, foi afastado e está sendo investigado. O município também diz que o repositório foi retirado do ar e que reforçou a segurança com senhas exclusivas e autenticação em dois fatores.

Especialistas em privacidade e direitos digitais alertam que o caso escancara os riscos da vigilância em massa e aponta possível violação da LGPD. Para críticos, mais câmeras não significam mais segurança quando os controles de acesso falham e imagens sensíveis podem vazar.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-21 01:10

Atualizado: 2026-10-21 01:10