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O Banco Central do Brasil entrou de vez em um escândalo de proporções gigantescas. Uma sindicância interna encontrou indícios de que dois servidores de alto escalão teriam recebido até R$ 12 milhões em propina ligada ao Banco Master, usando contratos de serviço simulados e negociações de imóveis para disfarçar as transferências ilícitas.

Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de fiscalização, é apontado por cerca de R$ 8 milhões, enquanto Belline Santana, ex-chefe de supervisão bancária, teria recebido aproximadamente R$ 4 milhões. Ambos negam irregularidades e afirmam que os contatos com o Banco Master foram estritamente institucionais.

O caso foi encaminhado à CGU, que pode demitir os dois servidores, e à Polícia Federal, que conduz a investigação criminal. É um lembrete brutal de como o dinheiro privado pode apodrecer as instituições públicas por dentro, e de por que a fiscalização nunca pode estar à venda.

Escândalo no Banco Central: servidores teriam recebido R$ 12 milhões em propina do Master

O Banco Central do Brasil entrou de vez em um escândalo de proporções gigantescas. Uma sindicância interna encontrou indícios de que dois servidores de alto escalão teriam recebido até R$ 12 milhões em propina ligada ao Banco Master, usando contratos de serviço simulados e negociações de imóveis para disfarçar as transferências ilícitas.

Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de fiscalização, é apontado por cerca de R$ 8 milhões, enquanto Belline Santana, ex-chefe de supervisão bancária, teria recebido aproximadamente R$ 4 milhões. Ambos negam irregularidades e afirmam que os contatos com o Banco Master foram estritamente institucionais.

O caso foi encaminhado à CGU, que pode demitir os dois servidores, e à Polícia Federal, que conduz a investigação criminal. É um lembrete brutal de como o dinheiro privado pode apodrecer as instituições públicas por dentro, e de por que a fiscalização nunca pode estar à venda.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-13 18:09

Atualizado: 2026-09-13 18:09

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