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O governo renovou o subsídio ao diesel em meio à alta do combustível e à preocupação do agronegócio com frete e custos de produção. Com o Brent pressionando os preços internos e o real desvalorizado, o diesel segue no centro do debate sobre transporte, alimentos e inflação.

O ponto central é a dependência: o Brasil importa cerca de um quinto do diesel que consome, enquanto a capacidade de refino foi fragilizada por vendas de ativos durante o governo Bolsonaro. Para críticos da privatização, o caminho é investir em refinarias públicas e ferrovias, não entregar o abastecimento à volatilidade do mercado global.

A renovação do subsídio alivia o campo e os caminhoneiros, mas escancara o custo de décadas de prioridade rodoviária e de políticas que enfraqueceram a Petrobras.

Governo renova subsídio ao diesel e escancara dependência de importações e efeitos da privatização da Petrobras

O governo renovou o subsídio ao diesel em meio à alta do combustível e à preocupação do agronegócio com frete e custos de produção. Com o Brent pressionando os preços internos e o real desvalorizado, o diesel segue no centro do debate sobre transporte, alimentos e inflação.

O ponto central é a dependência: o Brasil importa cerca de um quinto do diesel que consome, enquanto a capacidade de refino foi fragilizada por vendas de ativos durante o governo Bolsonaro. Para críticos da privatização, o caminho é investir em refinarias públicas e ferrovias, não entregar o abastecimento à volatilidade do mercado global.

A renovação do subsídio alivia o campo e os caminhoneiros, mas escancara o custo de décadas de prioridade rodoviária e de políticas que enfraqueceram a Petrobras.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-28 06:10

Atualizado: 2026-10-28 06:10

Fontes