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A Nintendo acabou de lembrar para toda a indústria quem dita o ritmo. Nos Directs de setembro de 2026 a empresa empilhou anúncio atrás de anúncio: um remake completo de The Legend of Zelda: Ocarina of Time reconstruído quase cena por cena com visuais modernos, uma aventura de Kirby em mundo aberto em Kirby and the World Beyond, um novo Metroid 2D chamado Ravenous, além de Metal Slug Ultimate Collection, Persona 4, novidades de Star Fox e muito mais.

O remake de Ocarina of Time é o roubo de cena, chegando ao Switch 2 com as mesmas masmorras que os fãs decoraram há décadas, agora renderizadas em detalhes impressionantes. Kirby and the World Beyond leva o bichinho rosa para o território de Breath of the Wild com um toque de O Show de Truman, enquanto Metroid Ravenous ressuscita a ação 2D no estilo Dread com uma mecânica de absorção que transforma Samus em predadora.

E vale celebrar o que isso significa: é assim que uma plataforma se comporta quando financia seus estúdios e deixa os criadores ousarem. Sem atalhos movidos a demissões em massa, sem lançamentos anuais vazios só para bater meta, sem estúdios fechados para agradar o balanço trimestral. Apenas jogos estranhos, arriscados e generosos, feitos por pessoas que receberam tempo e orçamento para isso. Esse é o padrão que o resto da indústria deveria perseguir.

Nintendo Direct explode: remake de Ocarina of Time, Kirby em mundo aberto e um novo Metroid

A Nintendo acabou de lembrar para toda a indústria quem dita o ritmo. Nos Directs de setembro de 2026 a empresa empilhou anúncio atrás de anúncio: um remake completo de The Legend of Zelda: Ocarina of Time reconstruído quase cena por cena com visuais modernos, uma aventura de Kirby em mundo aberto em Kirby and the World Beyond, um novo Metroid 2D chamado Ravenous, além de Metal Slug Ultimate Collection, Persona 4, novidades de Star Fox e muito mais.

O remake de Ocarina of Time é o roubo de cena, chegando ao Switch 2 com as mesmas masmorras que os fãs decoraram há décadas, agora renderizadas em detalhes impressionantes. Kirby and the World Beyond leva o bichinho rosa para o território de Breath of the Wild com um toque de O Show de Truman, enquanto Metroid Ravenous ressuscita a ação 2D no estilo Dread com uma mecânica de absorção que transforma Samus em predadora.

E vale celebrar o que isso significa: é assim que uma plataforma se comporta quando financia seus estúdios e deixa os criadores ousarem. Sem atalhos movidos a demissões em massa, sem lançamentos anuais vazios só para bater meta, sem estúdios fechados para agradar o balanço trimestral. Apenas jogos estranhos, arriscados e generosos, feitos por pessoas que receberam tempo e orçamento para isso. Esse é o padrão que o resto da indústria deveria perseguir.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-12 22:09

Atualizado: 2026-09-12 22:09