Demissões na EA expõem cultura fria e sigilosa enquanto BioWare é desmantelada
A mais recente rodada de demissões da EA é mais do que uma atualização corporativa: é um alerta sobre o que a consolidação agressiva faz com quem cria os jogos. Cerca de 400 trabalhadores foram cortados, e o icônico estúdio BioWare foi reduzido a uma equipe mínima, com funcionários descobrindo o impacto por chamadas de Zoom frias, chats fechados e posts no LinkedIn.
Funcionários atuais e antigos descrevem um ambiente de sigilo que isola quem está sendo demitido, equipes restantes sem direção clara e moral destruída sob o peso de uma aquisição de US$ 55 bilhões e US$ 20 bilhões em dívidas. O discurso de 'fazer menos, melhor' esconde a realidade: menos pessoas carregando a mesma carga enquanto a liderança busca atalhos de IA e lucro. Jogos são feitos por pessoas, e é isso que o capitalismo agressivo faz quando as trata como números.