Ex-CEO da KLM descobre na prática: power bank pode pegar fogo em pleno voo
Um voo tranquilo de Amsterdã para Curaçao virou drama de emergência quando um carregador portátil explodiu dentro da classe executiva de um Boeing 777-300 da KLM. O aparelho pertencia ao próprio ex-CEO da companhia aérea, que dormia enquanto recarregava a bateria na tomada da poltrona.
A tripulação agiu rápido, jogou água sobre o dispositivo e o lacrou em um recipiente de contenção para interromper a fuga térmica, a reação em cadeia que pode incendiar células de íon-lítio. Um passageiro sofreu queimaduras leves e marcas de queimado atingiram a persiana e o assento.
A ironia é dura: as regras da KLM exigem que power banks fiquem à vista, proíbem o carregamento a bordo e limitam a capacidade a 100 Wh. Com a ICAO endurecendo as restrições globais, fica o recado: baterias de lítio não são só gadgets, são risco real de incêndio a 9 mil metros de altitude.