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O mercado brasileiro abriu a semana em euforia após o 1º turno da eleição presidencial apontar favoritismo de Flávio Bolsonaro (PL) e um Congresso alinhado à agenda econômica liberal. O Ibovespa disparou mais de 7% e ultrapassou 200 mil pontos pela primeira vez, enquanto a curva de juros futuros desabou e o dólar recuou para menos de R$ 5.

Mas a empolgação expõe uma aposta perigosa: o mercado precifica austeridade e desregulação, não prosperidade compartilhada. Para trabalhadores e movimentos sociais, o cenário acende alerta contra retrocessos democráticos, ataques a serviços públicos e aprofundamento da desigualdade.

O 2º turno segue aberto, e a distância entre o otimismo dos investidores e as demandas populares deve definir a disputa. A pergunta não é se haverá ajuste, mas quem vai pagar a conta.

Mercado comemora avanço da extrema direita no Brasil, mas incerteza cresce

O mercado brasileiro abriu a semana em euforia após o 1º turno da eleição presidencial apontar favoritismo de Flávio Bolsonaro (PL) e um Congresso alinhado à agenda econômica liberal. O Ibovespa disparou mais de 7% e ultrapassou 200 mil pontos pela primeira vez, enquanto a curva de juros futuros desabou e o dólar recuou para menos de R$ 5.

Mas a empolgação expõe uma aposta perigosa: o mercado precifica austeridade e desregulação, não prosperidade compartilhada. Para trabalhadores e movimentos sociais, o cenário acende alerta contra retrocessos democráticos, ataques a serviços públicos e aprofundamento da desigualdade.

O 2º turno segue aberto, e a distância entre o otimismo dos investidores e as demandas populares deve definir a disputa. A pergunta não é se haverá ajuste, mas quem vai pagar a conta.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-07 02:09

Atualizado: 2026-10-07 02:10

Fontes