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O 7 de setembro de 2026 transformou a Avenida Paulista no palco de um ato em que fé evangélica e política de extrema-direita se fundiram em um só coro, pedindo a prisão de Lula e o fim de Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal.

O momento central foi a exibição de um vídeo do ministro André Mendonça, cuja bênção deu verniz de institucionalidade a um movimento que a campanha de Flávio Bolsonaro tenta capitalizar junto ao influente eleitorado evangélico.

Enquanto isso, a imprensa hegemônica silencia e, ao escolher a omissão, normaliza ataques ao Estado de Direito. O que se vê é um roteiro de guerra híbrida em que as fraturas internas do STF são convertidas em pressão estrangeira sobre a soberania brasileira.

Quando a fé veste toga: a liturgia do golpe e uma imprensa que se ajoelha

O 7 de setembro de 2026 transformou a Avenida Paulista no palco de um ato em que fé evangélica e política de extrema-direita se fundiram em um só coro, pedindo a prisão de Lula e o fim de Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal.

O momento central foi a exibição de um vídeo do ministro André Mendonça, cuja bênção deu verniz de institucionalidade a um movimento que a campanha de Flávio Bolsonaro tenta capitalizar junto ao influente eleitorado evangélico.

Enquanto isso, a imprensa hegemônica silencia e, ao escolher a omissão, normaliza ataques ao Estado de Direito. O que se vê é um roteiro de guerra híbrida em que as fraturas internas do STF são convertidas em pressão estrangeira sobre a soberania brasileira.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-10 19:10

Atualizado: 2026-09-10 19:10