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A Polyarc, estúdio por trás da adorada série Moss de realidade virtual, anunciou o encerramento de suas atividades depois de quase 12 anos criando alguns dos jogos de VR mais encantadores já feitos. A confirmação veio pelos próprios canais do estúdio, marcando o fim de uma era para um time pequeno que transformou uma ratinha chamada Quill em um ícone do meio.

O estúdio lutou até o fim. Neste ano adaptou Moss para plataformas tradicionais com Moss: The Forgotten Relic, tentando alcançar jogadores além dos headsets de VR, mas o esforço não foi suficiente para manter as portas abertas. A mensagem de despedida agradeceu ao time por uma década de honra e alegria, e a empresa ainda publicou uma lista de seus profissionais para que outras companhias pudessem contratá-los, um gesto que escancara o impacto humano real desses fechamentos.

É a mesma história se repetindo na indústria: desenvolvedores apaixonados entregam trabalhos originais e aclamados e ainda assim são sacrificados quando as contas deixam de servir ao lucro. Os jogos da série Moss seguem disponíveis no Steam e em outras plataformas, então o legado continua vivo mesmo com as pessoas que o criaram dispersas. Jogue, lembre e continue exigindo uma indústria que valorize criadores acima de lucros trimestrais.

Polyarc encerra atividades após 12 anos, e Moss merecia um final melhor

A Polyarc, estúdio por trás da adorada série Moss de realidade virtual, anunciou o encerramento de suas atividades depois de quase 12 anos criando alguns dos jogos de VR mais encantadores já feitos. A confirmação veio pelos próprios canais do estúdio, marcando o fim de uma era para um time pequeno que transformou uma ratinha chamada Quill em um ícone do meio.

O estúdio lutou até o fim. Neste ano adaptou Moss para plataformas tradicionais com Moss: The Forgotten Relic, tentando alcançar jogadores além dos headsets de VR, mas o esforço não foi suficiente para manter as portas abertas. A mensagem de despedida agradeceu ao time por uma década de honra e alegria, e a empresa ainda publicou uma lista de seus profissionais para que outras companhias pudessem contratá-los, um gesto que escancara o impacto humano real desses fechamentos.

É a mesma história se repetindo na indústria: desenvolvedores apaixonados entregam trabalhos originais e aclamados e ainda assim são sacrificados quando as contas deixam de servir ao lucro. Os jogos da série Moss seguem disponíveis no Steam e em outras plataformas, então o legado continua vivo mesmo com as pessoas que o criaram dispersas. Jogue, lembre e continue exigindo uma indústria que valorize criadores acima de lucros trimestrais.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-12 01:09

Atualizado: 2026-09-12 01:09