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O novo filme de Resident Evil, dirigido por Zach Cregger, a mente por trás de Barbarian e Weapons, finalmente entende o que torna os jogos tão assustadores. Em vez da ação exagerada da era Milla Jovovich, ele aposta no terror lento, no pânico de ficar sem munição e no medo que ronda cada canto escuro.

Ao prender a câmera logo atrás do protagonista, um entregador comum chamado Bryan, o longa imita a tensão no ombro da câmera de Resident Evil 4 e o primeiro encontro sinistro do jogo original. A escassez de recursos se torna a verdadeira vilã, transformando cada corredor e enigma de escada em uma luta pela sobrevivência.

É a prova de que adaptações de jogos brilham quando os estúdios apostam em visão criativa de verdade, em vez de produzir fan service vazio e caça-níqueis apressados. Que Hollywood tome nota e pare de tratar franquias amadas como meros exercícios de marca.

O novo filme de Resident Evil finalmente captura o terror dos jogos

O novo filme de Resident Evil, dirigido por Zach Cregger, a mente por trás de Barbarian e Weapons, finalmente entende o que torna os jogos tão assustadores. Em vez da ação exagerada da era Milla Jovovich, ele aposta no terror lento, no pânico de ficar sem munição e no medo que ronda cada canto escuro.

Ao prender a câmera logo atrás do protagonista, um entregador comum chamado Bryan, o longa imita a tensão no ombro da câmera de Resident Evil 4 e o primeiro encontro sinistro do jogo original. A escassez de recursos se torna a verdadeira vilã, transformando cada corredor e enigma de escada em uma luta pela sobrevivência.

É a prova de que adaptações de jogos brilham quando os estúdios apostam em visão criativa de verdade, em vez de produzir fan service vazio e caça-níqueis apressados. Que Hollywood tome nota e pare de tratar franquias amadas como meros exercícios de marca.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-18 17:10

Atualizado: 2026-09-18 17:10