Gamepad
A Sony estaria avisando seus parceiros de distribuição que a restrição de oferta e a demanda altíssima vão manter o estoque do PS5 Pro escasso pelo menos até 2027, e a chegada de Grand Theft Auto 6 em 19 de novembro só joga gasolina na fogueira. Sem previsão de versão para PC, os jogadores estão correndo atrás do PlayStation mais potente do mercado, e os reabastecimentos somem em instantes.

O resultado é pesado para quem só quer jogar. Revendedores estão lucrando com o console por mais que o dobro do preço já inflado, com anúncios chegando a 1.539 dólares enquanto o preço sugerido original era de 699,99 dólares. Enquanto isso, o boom da inteligência artificial está estrangulando o fornecimento de memória e chips, com os preços de fábrica da DRAM explodindo na Coreia do Sul, e a Sony já recorreu a um sistema de loteria no Japão para impedir que oportunistas estoquem unidades.

É o retrato de um hobby tratado como ativo financeiro: escassez artificial, preços inflados e cambistas lucrando enquanto quem realmente joga fica de fora. Uma indústria saudável investiria em produção e acesso justo, não em um circo de revenda onde quem tem a carteira mais cheia sempre vence.

Escassez do PS5 Pro sai do controle e o hype de GTA 6 dispara os preços nas alturas

A Sony estaria avisando seus parceiros de distribuição que a restrição de oferta e a demanda altíssima vão manter o estoque do PS5 Pro escasso pelo menos até 2027, e a chegada de Grand Theft Auto 6 em 19 de novembro só joga gasolina na fogueira. Sem previsão de versão para PC, os jogadores estão correndo atrás do PlayStation mais potente do mercado, e os reabastecimentos somem em instantes.

O resultado é pesado para quem só quer jogar. Revendedores estão lucrando com o console por mais que o dobro do preço já inflado, com anúncios chegando a 1.539 dólares enquanto o preço sugerido original era de 699,99 dólares. Enquanto isso, o boom da inteligência artificial está estrangulando o fornecimento de memória e chips, com os preços de fábrica da DRAM explodindo na Coreia do Sul, e a Sony já recorreu a um sistema de loteria no Japão para impedir que oportunistas estoquem unidades.

É o retrato de um hobby tratado como ativo financeiro: escassez artificial, preços inflados e cambistas lucrando enquanto quem realmente joga fica de fora. Uma indústria saudável investiria em produção e acesso justo, não em um circo de revenda onde quem tem a carteira mais cheia sempre vence.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-11 13:10

Atualizado: 2026-10-11 13:10