TSE barra por unanimidade a candidatura de Pablo Marçal à Presidência em vitória da democracia brasileira
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade e indeferiu o registro da candidatura de Pablo Marçal à Presidência da República, seguindo integralmente o voto da relatora, ministra Estela Aranha, com o respaldo dos outros seis integrantes da Corte.
A decisão veta atos de propaganda, corta o acesso a recursos públicos de campanha e determina a retirada do nome dele da urna eletrônica, além de abrir prazo para o PRTB substituir a chapa. O tribunal sustentou o veto em dois eixos: a filiação partidária fora do prazo legal, já que Marçal se apresentava publicamente como membro do União Brasil, e uma condenação eleitoral anterior por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação nas eleições municipais de 2024 em São Paulo.
A condenação, mantida pelo TRE-SP após a rejeição dos embargos, mantém o influenciador inelegível até 2032. É um recado direto: dinheiro, algoritmo e corte viral não compram um lugar na urna.