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Em uma única quarta-feira, os dois maiores bancos centrais do mundo puxaram para lados opostos. O Copom cortou a Selic de 14% para 13,75%, a quinta redução seguida, enquanto o Federal Reserve elevou os juros dos EUA pela primeira vez em três anos, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano.

A diferença entre os juros brasileiros e americanos é o que sustenta a entrada de capital estrangeiro no real. Qualquer sinal de que os juros dos EUA seguirão altos por mais tempo pressiona o dólar, o crédito e, no fim, os preços da prateleira.

No bolso: financiamento da casa própria, empréstimos e rotativo do cartão podem continuar caros por mais tempo, e produtos importados podem ficar mais salgados se o dólar ganhar força. Fique de olho nos próximos sinais do Fed, porque é a expectativa, e não o número em si, que realmente mexe no câmbio.

Superquarta: Brasil corta juros e EUA sobem, entenda o que isso muda no seu bolso

Em uma única quarta-feira, os dois maiores bancos centrais do mundo puxaram para lados opostos. O Copom cortou a Selic de 14% para 13,75%, a quinta redução seguida, enquanto o Federal Reserve elevou os juros dos EUA pela primeira vez em três anos, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano.

A diferença entre os juros brasileiros e americanos é o que sustenta a entrada de capital estrangeiro no real. Qualquer sinal de que os juros dos EUA seguirão altos por mais tempo pressiona o dólar, o crédito e, no fim, os preços da prateleira.

No bolso: financiamento da casa própria, empréstimos e rotativo do cartão podem continuar caros por mais tempo, e produtos importados podem ficar mais salgados se o dólar ganhar força. Fique de olho nos próximos sinais do Fed, porque é a expectativa, e não o número em si, que realmente mexe no câmbio.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-16 20:10

Atualizado: 2026-09-16 20:10