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A Air New Zealand entra de vez na disputa das cabines premium com um novo cardápio de longa distância assinado pelo chef neozelandês Josh Emett, que conquistou estrelas Michelin em restaurantes de Londres, Nova York e Los Angeles. A seleção aposta em ingredientes locais, do cordeiro neozelandês ao salmão Alpine e ao cervo selvagem de Fiordland, além de sobremesas com kiwi, biscoito Anzac e outros símbolos do país.

A introdução é gradual a partir de outubro de 2026 nas cabines Premium Economy, Business Premier e Business Premier Luxe dos voos de longa distância que partem de Auckland, com rotas selecionadas saindo da América do Norte. Emett desenvolve as receitas ao lado das equipes de gastronomia da companhia e de produtores locais, considerando que pressão atmosférica, umidade e ruído alteram a percepção dos sabores durante o voo.

O movimento mostra que as aéreas voltaram a competir pelo paladar e pela origem dos ingredientes, apostando que uma refeição memorável a 10 mil metros vale mais do que mais alguns centímetros de espaço para as pernas. Para quem voa a Auckland, cidade erguida sobre mais de 50 vulcões extintos e cercada por duas baías, agora existe mais um motivo para aguardar o próprio voo.

Air New Zealand aposta em chef com estrelas Michelin para reinventar o cardápio das cabines premium

A Air New Zealand entra de vez na disputa das cabines premium com um novo cardápio de longa distância assinado pelo chef neozelandês Josh Emett, que conquistou estrelas Michelin em restaurantes de Londres, Nova York e Los Angeles. A seleção aposta em ingredientes locais, do cordeiro neozelandês ao salmão Alpine e ao cervo selvagem de Fiordland, além de sobremesas com kiwi, biscoito Anzac e outros símbolos do país.

A introdução é gradual a partir de outubro de 2026 nas cabines Premium Economy, Business Premier e Business Premier Luxe dos voos de longa distância que partem de Auckland, com rotas selecionadas saindo da América do Norte. Emett desenvolve as receitas ao lado das equipes de gastronomia da companhia e de produtores locais, considerando que pressão atmosférica, umidade e ruído alteram a percepção dos sabores durante o voo.

O movimento mostra que as aéreas voltaram a competir pelo paladar e pela origem dos ingredientes, apostando que uma refeição memorável a 10 mil metros vale mais do que mais alguns centímetros de espaço para as pernas. Para quem voa a Auckland, cidade erguida sobre mais de 50 vulcões extintos e cercada por duas baías, agora existe mais um motivo para aguardar o próprio voo.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-25 19:10

Atualizado: 2026-10-25 19:10