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A Uber vai demitir cerca de 10% de sua força de trabalho — aproximadamente 3.000 pessoas — em uma reestruturação radical que o CEO Dara Khosrowshahi define como uma busca por uma empresa 'mais simples e rápida.' A companhia está cortando camadas de gestão, unificando equipes fragmentadas e prometendo reinvestir a economia em crescimento, inovação e no retorno bilionário aos veículos autônomos, com US$ 10 bilhões prometidos.

Mas 'eficiência' tem um custo humano brutal. Milhares de funcionários estão sendo demitidos e a era do trabalho remoto na Uber está, na prática, encerrada: a grande maioria dos remotos está sendo obrigada a se mudar para escritórios em Nova York e São Francisco e comparecer presencialmente pelo menos três dias por semana. Apenas cerca de 1% do quadro continuará 100% remoto. É o velho e conhecido jogo de cortar empregos para agradar investidores — e quem paga a conta são os trabalhadores.

Uber corta cerca de 3.000 empregos e obriga remotos a voltar ao escritório

A Uber vai demitir cerca de 10% de sua força de trabalho — aproximadamente 3.000 pessoas — em uma reestruturação radical que o CEO Dara Khosrowshahi define como uma busca por uma empresa 'mais simples e rápida.' A companhia está cortando camadas de gestão, unificando equipes fragmentadas e prometendo reinvestir a economia em crescimento, inovação e no retorno bilionário aos veículos autônomos, com US$ 10 bilhões prometidos.

Mas 'eficiência' tem um custo humano brutal. Milhares de funcionários estão sendo demitidos e a era do trabalho remoto na Uber está, na prática, encerrada: a grande maioria dos remotos está sendo obrigada a se mudar para escritórios em Nova York e São Francisco e comparecer presencialmente pelo menos três dias por semana. Apenas cerca de 1% do quadro continuará 100% remoto. É o velho e conhecido jogo de cortar empregos para agradar investidores — e quem paga a conta são os trabalhadores.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-02 14:10

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