Escândalo em São Paulo: capitão ligado ao PCC escoltou Tarcísio em viagens a Brasília
Um capitão da Polícia Militar foi preso em uma operação contra fintechs suspeitas de movimentar bilhões para o Primeiro Comando da Capital. Segundo a imprensa, ele atuava na Casa Militar havia 14 anos e integrou 25 comitivas do governador Tarcísio de Freitas, inclusive em viagens estratégicas a Brasília, com reuniões no STF, na Câmara dos Deputados e com o ministro da Fazenda.
O policial permaneceu na função até setembro de 2024, quando foi transferido. Tarcísio negou que o suspeito fosse o chefe de sua segurança pessoal e disse que toda instituição tem suas maçãs podres, afirmando que a saída teria ocorrido antes se o governo soubesse de algo. O caso expõe as conexões perigosas entre o crime organizado e o poder político.