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Depois de 14 anos de ausência, um Call of Duty numerado finalmente volta a um console da Nintendo. Modern Warfare 4 chega ao Switch 2, e a primeira análise prática é surpreendentemente confiante: 30fps estáveis em 4K no modo dock, sem engasgos nas sequências mais caóticas da campanha e uma sensação de resposta rápida que mantém a velocidade característica da série.

Sim, as texturas ficam achatadas e o abismo visual em relação a PC, PS5 e Xbox Series X é evidente. Mas para uma geração de jogadores que só têm Nintendo e ficaram fora de Call of Duty desde os tempos do Wii U, isso é uma porta que se abre de verdade, e não um prêmio de consolação.

Ainda assim, não dá para comemorar alto demais. Franquias assim são espremidas em cronogramas apertados, e os estúdios que fazem o trabalho pesado de portcostumam levar a pior parte pelo menor reconhecimento. O que torna versões como essa possíveis é dar tempo e estabilidade reais aos desenvolvedores, não crunch infinito e prazos guiados só pelo lucro.

Call of Duty finalmente volta à Nintendo, e Modern Warfare 4 no Switch 2 segura muito bem

Depois de 14 anos de ausência, um Call of Duty numerado finalmente volta a um console da Nintendo. Modern Warfare 4 chega ao Switch 2, e a primeira análise prática é surpreendentemente confiante: 30fps estáveis em 4K no modo dock, sem engasgos nas sequências mais caóticas da campanha e uma sensação de resposta rápida que mantém a velocidade característica da série.

Sim, as texturas ficam achatadas e o abismo visual em relação a PC, PS5 e Xbox Series X é evidente. Mas para uma geração de jogadores que só têm Nintendo e ficaram fora de Call of Duty desde os tempos do Wii U, isso é uma porta que se abre de verdade, e não um prêmio de consolação.

Ainda assim, não dá para comemorar alto demais. Franquias assim são espremidas em cronogramas apertados, e os estúdios que fazem o trabalho pesado de portcostumam levar a pior parte pelo menor reconhecimento. O que torna versões como essa possíveis é dar tempo e estabilidade reais aos desenvolvedores, não crunch infinito e prazos guiados só pelo lucro.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-16 15:10

Atualizado: 2026-10-16 15:10