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Hideo Kojima finalmente comentou a notícia bombástica de que a Sony abandonou Physint, o jogo de espionagem e ação que seu estúdio anunciava como exclusivo PlayStation. Numa entrevista franca, ele admite que a reunião o deixou em choque, diz que mal lembra dos detalhes, mas garante que não guarda mágoas e que ainda ama a Sony após quase 30 anos de parceria.

Quando a Sony cortou o financiamento, Kojima encarou uma realidade brutal que estúdios demais conhecem bem na era das demissões em massa e dos fechamentos guiados por lucro. Sua declaração sincera de que seu estúdio poderia ruir é um soco no estômago e revela o quanto o trabalho criativo se tornou frágil quando quem manda é o balanço corporativo.

A Xbox entrou em cena para salvar o projeto, e Kojima conta que a equipe abraçou seu pitch com entusiasmo genuíno. É um raro holofote sobre uma indústria que segue sacrificando talentos em nome da margem, e um lembrete de que são os desenvolvedores, e não as planilhas, que mantêm os grandes jogos vivos.

Kojima quebra o silêncio sobre a saída da Sony de Physint: 'Eu amo a Sony e não guardo mágoas'

Hideo Kojima finalmente comentou a notícia bombástica de que a Sony abandonou Physint, o jogo de espionagem e ação que seu estúdio anunciava como exclusivo PlayStation. Numa entrevista franca, ele admite que a reunião o deixou em choque, diz que mal lembra dos detalhes, mas garante que não guarda mágoas e que ainda ama a Sony após quase 30 anos de parceria.

Quando a Sony cortou o financiamento, Kojima encarou uma realidade brutal que estúdios demais conhecem bem na era das demissões em massa e dos fechamentos guiados por lucro. Sua declaração sincera de que seu estúdio poderia ruir é um soco no estômago e revela o quanto o trabalho criativo se tornou frágil quando quem manda é o balanço corporativo.

A Xbox entrou em cena para salvar o projeto, e Kojima conta que a equipe abraçou seu pitch com entusiasmo genuíno. É um raro holofote sobre uma indústria que segue sacrificando talentos em nome da margem, e um lembrete de que são os desenvolvedores, e não as planilhas, que mantêm os grandes jogos vivos.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-20 12:10

Atualizado: 2026-09-20 12:10