Governo atualiza lista suja do trabalho escravo e expõe novos nomes
O Ministério do Trabalho divulgou uma nova atualização da lista suja do trabalho escravo, com 82 novos empregadores e o resgate de 553 trabalhadores submetidos a situações de exploração e condições análogas à escravidão.
Suspensa nos governos Temer e Bolsonaro e só retomada após o STF reconhecer sua constitucionalidade, a lista expõe casos na pecuária, no café, no carvão vegetal e na construção civil, alcançando nomes do agronegócio e figuras conhecidas.
Desde 1995, mais de 70 mil trabalhadores foram resgatados dessas condições. A mensagem é direta: lucro construído sobre exploração humana não tem lugar em uma economia que se diz moderna, e o Estado precisa seguir expondo quem trata pessoas como descartáveis.