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A organização finlandesa de esports ENCE pediu falência e encerrou suas operações após 13 anos no cenário de Counter-Strike. O fim marca uma era para uma equipe que já competiu no mais alto nível, mas também escancara como os modelos de negócio dos esports se tornaram frágeis.

A receita teria caído 79% nos últimos dois anos, e a organização não esclareceu o que acontece com jogadores, treinadores e funcionários. É o retrato de uma lógica de crescimento a qualquer custo: quando o dinheiro acaba, são as carreiras das pessoas que ficam no prejuízo.

ENCE pede falência após 13 anos e expõe a economia brutal dos esports

A organização finlandesa de esports ENCE pediu falência e encerrou suas operações após 13 anos no cenário de Counter-Strike. O fim marca uma era para uma equipe que já competiu no mais alto nível, mas também escancara como os modelos de negócio dos esports se tornaram frágeis.

A receita teria caído 79% nos últimos dois anos, e a organização não esclareceu o que acontece com jogadores, treinadores e funcionários. É o retrato de uma lógica de crescimento a qualquer custo: quando o dinheiro acaba, são as carreiras das pessoas que ficam no prejuízo.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-27 01:09

Atualizado: 2026-10-27 01:09