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O que começou como treino improvisado de malabares, com o que estava à mão, virou uma fábrica especializada em equipamentos circenses no Brasil, com cerca de 80 produtos próprios vendidos para todo o país, preços de R$ 20 a R$ 2 mil e operação 100% online.

A escalada veio junto com o tombo. A febre do diabolô levou a empresa a 19 funcionários e cerca de R$ 2 milhões de faturamento anual, até a demanda despencar e deixar mais de três anos de estoque parado. Ele recomeçou sozinho com R$ 30 mil, desenhando os novos equipamentos em casa e fabricando tudo em uma oficina no terraço do imóvel.

Agora a meta é crescer 20% em 2026, com boa parte do atacado indo para projetos sociais que usam o circo como ferramenta de transformação para crianças e jovens, mostrando que um negócio de nicho sustentado por produção própria e propósito pode sobreviver a qualquer moda passageira.

De malabares com limões a uma fábrica de R$ 2 milhões em equipamentos circenses, e o recomeço sozinho

O que começou como treino improvisado de malabares, com o que estava à mão, virou uma fábrica especializada em equipamentos circenses no Brasil, com cerca de 80 produtos próprios vendidos para todo o país, preços de R$ 20 a R$ 2 mil e operação 100% online.

A escalada veio junto com o tombo. A febre do diabolô levou a empresa a 19 funcionários e cerca de R$ 2 milhões de faturamento anual, até a demanda despencar e deixar mais de três anos de estoque parado. Ele recomeçou sozinho com R$ 30 mil, desenhando os novos equipamentos em casa e fabricando tudo em uma oficina no terraço do imóvel.

Agora a meta é crescer 20% em 2026, com boa parte do atacado indo para projetos sociais que usam o circo como ferramenta de transformação para crianças e jovens, mostrando que um negócio de nicho sustentado por produção própria e propósito pode sobreviver a qualquer moda passageira.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-11-08 03:10

Atualizado: 2026-11-08 03:10

Fontes