A esquerda é o único lado com plano real para os games, e o herdeiro de Bolsonaro fica em silêncio
Uma reportagem da Folha de S.Paulo confirma o que os jogadores já desconfiavam: a esquerda brasileira é a única força política com um plano de verdade para os videogames. O programa de Lula abraça o setor abertamente, assume os louros da aprovação do Marco Legal dos Games e retoma as propostas da cartilha 'Lula Play', construída junto à Rede Progressista de Games.
Enquanto isso, Flávio Bolsonaro e Renan Santos não citam games em seus planos de governo, e o candidato Augusto Cury trata o videogame como ameaça ao aprendizado dos alunos. O contraste é brutal.
O episódio escancara uma disputa maior: a política de games virou campo de batalha por investimento, liberdade criativa e valorização de quem realmente faz os jogos que amamos, e não apenas de estúdios movidos só pelo lucro que demitem e fecham portas.