Gamepad
O Nintendo 64 acaba de completar 30 anos, e poucos consoles deixaram uma marca tão profunda nos games. Quando chegou ao Brasil em 29 de setembro de 1996, ele trouxe o controle analógico já na caixa, tecnologia de 64 bits de verdade e mundos 3D com correção de perspectiva que faziam qualquer jogador se inclinar de admiração. Foi nele que jogamos The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Super Mario 64, Mario Kart 64 e GoldenEye 007, clássicos que muita gente ainda rejoga até hoje.

Com mais de 33 milhões de unidades vendidas no mundo antes de ser descontinuado em 2002, o N64 carregava um visual inconfundível dos anos 1990, das carcaças translúcidas às quatro entradas de controle feitas para o multiplayer em tela dividida. A polêmica decisão da Nintendo de manter os cartuchos em vez de CDs deixou os carregamentos quase instantâneos, mesmo com as rivais apostando no disco. Assoprar a fita e chamar a galera para maratonar no fim de semana virou ritual de uma geração.

Três décadas depois, o N64 é um lembrete do que os games podem ser quando criatividade e capricho vêm primeiro. Enquanto a indústria atual atravessa demissões em massa e fechamentos de estúdios movidos só por lucro, aquela era dourada deveria nos empurrar a exigir mais para os desenvolvedores que fazem a mágica acontecer. Celebrar essa data não é só nostalgia, é um chamado para proteger as pessoas e as ideias que mantêm vivos os mundos que amamos.

Nintendo 64 completa 30 anos: como o console que reescreveu a história dos games ainda importa

O Nintendo 64 acaba de completar 30 anos, e poucos consoles deixaram uma marca tão profunda nos games. Quando chegou ao Brasil em 29 de setembro de 1996, ele trouxe o controle analógico já na caixa, tecnologia de 64 bits de verdade e mundos 3D com correção de perspectiva que faziam qualquer jogador se inclinar de admiração. Foi nele que jogamos The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Super Mario 64, Mario Kart 64 e GoldenEye 007, clássicos que muita gente ainda rejoga até hoje.

Com mais de 33 milhões de unidades vendidas no mundo antes de ser descontinuado em 2002, o N64 carregava um visual inconfundível dos anos 1990, das carcaças translúcidas às quatro entradas de controle feitas para o multiplayer em tela dividida. A polêmica decisão da Nintendo de manter os cartuchos em vez de CDs deixou os carregamentos quase instantâneos, mesmo com as rivais apostando no disco. Assoprar a fita e chamar a galera para maratonar no fim de semana virou ritual de uma geração.

Três décadas depois, o N64 é um lembrete do que os games podem ser quando criatividade e capricho vêm primeiro. Enquanto a indústria atual atravessa demissões em massa e fechamentos de estúdios movidos só por lucro, aquela era dourada deveria nos empurrar a exigir mais para os desenvolvedores que fazem a mágica acontecer. Celebrar essa data não é só nostalgia, é um chamado para proteger as pessoas e as ideias que mantêm vivos os mundos que amamos.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-02 12:10

Atualizado: 2026-10-02 12:10