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Hideo Kojima abriu o jogo sobre o momento em que a PlayStation Studios avisou que deixaria de financiar Physint, um projeto que ele descreve como o título de maior potencial de vendas que poderia criar. A notícia, dada em meados de junho, o deixou mais chocado do que irritado, e acima de tudo preocupado com as pessoas que dependem do estúdio para viver.

A Kojima Productions é independente, o que significa que uma única decisão corporativa de financiamento pode colocar um time inteiro em risco. Kojima contou que o estúdio encontrou um novo parceiro na Xbox, manteve todos os funcionários empregados sem demissões e realocou a equipe para o projeto de terror OD, enquanto um time menor segue com Physint. É assim que uma liderança responsável age, e o contraste com a onda de demissões em massa e fechamentos silenciosos de estúdios que as grandes publishers insistem em vender como estratégia é gritante.

O cenário maior mostra que o risco criativo está sendo esmagado por cálculos de lucro feitos em salas de reunião. Um jogo que ainda está a anos de lançamento é julgado por planilhas, e estúdios queridos pagam a conta. Apoiar desenvolvedores independentes e exigir que as publishers valorizem as pessoas que fazem os jogos é a única forma de manter a alma da indústria viva.

Kojima revela que a Sony quase cancelou Physint, e como um corte de financiamento quase enterrou um estúdio independente

Hideo Kojima abriu o jogo sobre o momento em que a PlayStation Studios avisou que deixaria de financiar Physint, um projeto que ele descreve como o título de maior potencial de vendas que poderia criar. A notícia, dada em meados de junho, o deixou mais chocado do que irritado, e acima de tudo preocupado com as pessoas que dependem do estúdio para viver.

A Kojima Productions é independente, o que significa que uma única decisão corporativa de financiamento pode colocar um time inteiro em risco. Kojima contou que o estúdio encontrou um novo parceiro na Xbox, manteve todos os funcionários empregados sem demissões e realocou a equipe para o projeto de terror OD, enquanto um time menor segue com Physint. É assim que uma liderança responsável age, e o contraste com a onda de demissões em massa e fechamentos silenciosos de estúdios que as grandes publishers insistem em vender como estratégia é gritante.

O cenário maior mostra que o risco criativo está sendo esmagado por cálculos de lucro feitos em salas de reunião. Um jogo que ainda está a anos de lançamento é julgado por planilhas, e estúdios queridos pagam a conta. Apoiar desenvolvedores independentes e exigir que as publishers valorizem as pessoas que fazem os jogos é a única forma de manter a alma da indústria viva.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-21 07:10

Atualizado: 2026-09-21 07:10