AGU e Gilmar Mendes fecham o cerco contra a indústria de precatórios usada pelo Banco Master
Uma grande ofensiva está em curso no Brasil. A Advocacia-Geral da União (AGU) e o ministro Gilmar Mendes, do STF, se movem para desmontar a indústria de precatórios que o Banco Master teria usado para inflar seus ativos e enganar reguladores.
O esquema envolvia comprar precatórios desvalorizados, registrá-los por valores inflados e usar essa riqueza fictícia para atrair investidores e justificar aportes de capital. O ministro da AGU, Jorge Messias, aponta que essa fábrica de precatórios foi criada durante o governo Bolsonaro, lesando os cofres públicos.
Com uma decisão favorável que trava R$ 4,7 bilhões e novas regras mais rígidas do Conselho Monetário Nacional, o cerco se fecha. É uma vitória da transparência e do dinheiro público contra a manipulação financeira.