Investigação revela como criminosos vendem material de abuso infantil no TikTok e Telegram usando PIX
Uma investigação do g1 revelou como redes criminosas usam o TikTok como vitrine para anunciar material de abuso sexual infantil e fecham os negócios dentro do Telegram, apoiando-se em transferências via PIX para movimentar o dinheiro de forma rápida e discreta.
Segundo a Polícia Federal, os agressores costumam usar contas de ex-parceiras ou até das próprias vítimas, migrando para bancos digitais e fintechs com regulação frágil para escapar do controle do COAF e do Banco Central.
O caso é um alerta duro de que moderação nas plataformas e rastreamento financeiro precisam andar juntos. A segurança de crianças e adolescentes não pode ser trocada por lucro, e cada transação deixa rastros que ajudam a responsabilizar essas redes.