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Fernando Cerimedo — o operador de desinformação ligado à campanha de Javier Milei e às mentiras sobre fraude nas urnas eletrônicas brasileiras — foi preso na Bolívia. O caso expõe a máquina regional da extrema-direita, mostrando como ela combina fazendas de bots, poluição do debate público e alianças com estruturas de inteligência e poder econômico para interferir em eleições.

Do Brasil ao Chile e à Bolívia, o rastro de Cerimedo revela um padrão claro: movimentos neofascistas na América Latina não vencem apenas nas urnas. Eles dependem de ataques digitais coordenados, laços com inteligência estrangeira e economias criminosas para desestabilizar democracias e empurrar agendas autoritárias.

A prisão é uma chance rara de expor essas redes ocultas — e um lembrete poderoso de que defender a democracia também significa combater a infraestrutura de desinformação criada para destruí-la.

Operador de desinformação ligado a Trump é preso na Bolívia e expõe o modus operandi da extrema-direita na América Latina

Fernando Cerimedo — o operador de desinformação ligado à campanha de Javier Milei e às mentiras sobre fraude nas urnas eletrônicas brasileiras — foi preso na Bolívia. O caso expõe a máquina regional da extrema-direita, mostrando como ela combina fazendas de bots, poluição do debate público e alianças com estruturas de inteligência e poder econômico para interferir em eleições.

Do Brasil ao Chile e à Bolívia, o rastro de Cerimedo revela um padrão claro: movimentos neofascistas na América Latina não vencem apenas nas urnas. Eles dependem de ataques digitais coordenados, laços com inteligência estrangeira e economias criminosas para desestabilizar democracias e empurrar agendas autoritárias.

A prisão é uma chance rara de expor essas redes ocultas — e um lembrete poderoso de que defender a democracia também significa combater a infraestrutura de desinformação criada para destruí-la.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-09 11:10

Atualizado: 2026-09-09 11:10