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Em um avanço revolucionário para a inteligência artificial, o Claude, da Anthropic, descobriu um sistema de enzimas até então desconhecido escondido no DNA de bacteriófagos. Batizado de ART, ele se assemelha ao CRISPR, a ferramenta que transformou a edição genética, e pode abrir novas fronteiras na biotecnologia.

A descoberta veio após o Claude mobilizar 950 agentes de IA para analisar mais de 200 mil transcriptases reversas em apenas 21 horas, uma tarefa que levaria semanas ou meses para pesquisadores humanos. A Anthropic também estabeleceu discretamente um laboratório de biologia impulsionado por IA em São Francisco, sinalizando um grande avanço na pesquisa científica com IA.

Apesar do potencial imenso, a empresa mantém cautela, tendo anteriormente bloqueado consultas biológicas perigosas no Claude. Esse avanço destaca tanto a promessa quanto os riscos da IA na ciência.

IA Claude, da Anthropic, descobre novo sistema de enzimas que pode rivalizar com CRISPR

Em um avanço revolucionário para a inteligência artificial, o Claude, da Anthropic, descobriu um sistema de enzimas até então desconhecido escondido no DNA de bacteriófagos. Batizado de ART, ele se assemelha ao CRISPR, a ferramenta que transformou a edição genética, e pode abrir novas fronteiras na biotecnologia.

A descoberta veio após o Claude mobilizar 950 agentes de IA para analisar mais de 200 mil transcriptases reversas em apenas 21 horas, uma tarefa que levaria semanas ou meses para pesquisadores humanos. A Anthropic também estabeleceu discretamente um laboratório de biologia impulsionado por IA em São Francisco, sinalizando um grande avanço na pesquisa científica com IA.

Apesar do potencial imenso, a empresa mantém cautela, tendo anteriormente bloqueado consultas biológicas perigosas no Claude. Esse avanço destaca tanto a promessa quanto os riscos da IA na ciência.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-24 11:10

Atualizado: 2026-09-24 11:10