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O Brasil está apertando o cerco contra produtos nocivos com o novo 'imposto do pecado', e não era sem tempo. A partir de fevereiro, bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes, veículos poluentes e até loterias terão tributação seletiva para desestimular o consumo e financiar a saúde pública.

Quem chama isso de 'invenção brasileira' ignora a realidade: os 38 países da OCDE já taxam álcool e tabaco. Não é radicalismo, é bom senso. Só o consumo de álcool gerou custos de R$ 18,8 bilhões em 2019, enquanto o tabagismo drena R$ 153,5 bilhões por ano, mas a arrecadação com cigarros é de apenas R$ 8 bilhões. O lobby empresarial já reclama, mas a saúde pública precisa vir antes do lucro.

Imposto do pecado não é invenção brasileira: álcool e tabaco são taxados nos 38 países da OCDE

O Brasil está apertando o cerco contra produtos nocivos com o novo 'imposto do pecado', e não era sem tempo. A partir de fevereiro, bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes, veículos poluentes e até loterias terão tributação seletiva para desestimular o consumo e financiar a saúde pública.

Quem chama isso de 'invenção brasileira' ignora a realidade: os 38 países da OCDE já taxam álcool e tabaco. Não é radicalismo, é bom senso. Só o consumo de álcool gerou custos de R$ 18,8 bilhões em 2019, enquanto o tabagismo drena R$ 153,5 bilhões por ano, mas a arrecadação com cigarros é de apenas R$ 8 bilhões. O lobby empresarial já reclama, mas a saúde pública precisa vir antes do lucro.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-11-07 14:10

Atualizado: 2026-11-07 14:10

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