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Uma decisão individual do ministro André Mendonça, do STF, afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência Policial — e o governo já se prepara para reagir. A AGU vai alegar que a medida invade uma competência exclusiva do presidente da República: nomear e exonerar o comando da PF.

Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro, ainda determinou a abertura de investigações criminais e disciplinares sobre relatórios de inteligência e suspendeu a produção de documentos que monitoravam autoridades. O julgamento na Segunda Turma chegou a ter maioria pela manutenção do afastamento, mas o pedido de vista de Gilmar Mendes paralisou a análise. Para críticos, a decisão é perigosa, inconstitucional e arbitrária — e a resposta da AGU deve definir os limites entre o Judiciário e a Presidência.

STF afasta cúpula da PF e governo Lula reage: AGU contesta decisão de Mendonça

Uma decisão individual do ministro André Mendonça, do STF, afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência Policial — e o governo já se prepara para reagir. A AGU vai alegar que a medida invade uma competência exclusiva do presidente da República: nomear e exonerar o comando da PF.

Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro, ainda determinou a abertura de investigações criminais e disciplinares sobre relatórios de inteligência e suspendeu a produção de documentos que monitoravam autoridades. O julgamento na Segunda Turma chegou a ter maioria pela manutenção do afastamento, mas o pedido de vista de Gilmar Mendes paralisou a análise. Para críticos, a decisão é perigosa, inconstitucional e arbitrária — e a resposta da AGU deve definir os limites entre o Judiciário e a Presidência.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-08 16:10

Atualizado: 2026-09-08 16:10