Lara Croft faz 30 anos: os altos, os erros e a ganância corporativa por trás de um ícone dos games
Lara Croft completa 30 anos, e a influência de Tomb Raider é impossível de ignorar: mais de 100 milhões de jogos vendidos, um ícone dos anos 90 e uma franquia que ajudou a levar os videogames ao mainstream. Mas o aniversário também pede um olhar mais crítico sobre os tropeços, de tie-ins corporativos bizarros a uma fase sombria e problemática com Angel of Darkness.
A retrospectiva do Guardian não se limita a zoar os pontos baixos. Ela também expõe como a ganância das publishers empurrou a Core Design para lançamentos anuais e quase enterrou Lara de vez, um lembrete de que metas voltadas só ao lucro costumam esmagar os desenvolvedores que mantêm mundos queridos vivos. Três décadas depois, a lição é clara: o gaming precisa de integridade criativa e de melhores condições para quem está por trás dos ícones, não de mais extração corporativa.