Crise da Nike se agrava e empresa anuncia nova onda de cortes de empregos
A Nike voltou aos holofotes pelos motivos errados. Depois de mais um trimestre difícil, a gigante do esporte confirmou uma nova rodada de demissões e uma reorganização completa das suas divisões globais, com as vendas na China despencando 26%.
Em vez de apostar em produtos novos e ousados, a empresa corre atrás de 2,5 bilhões de dólares em economia até 2031, cortando empregos e enxugando operações enquanto as ações caem 8,5% no pregão estendido.
Mais uma vez, quem paga a conta são os trabalhadores, vítimas de uma estratégia baseada em descontos, lançamentos fracassados e lucro de curto prazo. Inovação de verdade, e quem a constrói, merece algo melhor que mais um corte de custos.