Gamepad
O próximo ocupante do Palácio do Planalto assume o poder diante de um cenário econômico adverso, marcado pela desaceleração do crescimento, pelo endividamento crescente das famílias e por uma taxa básica de juros de 13,75 por cento ao ano, segundo uma análise do G1.

Economistas apontam os juros altos como o maior obstáculo à recuperação. A taxa segue entre as mais elevadas do mundo em termos reais, impulsionando a inadimplência e apertando o orçamento das famílias trabalhadoras, enquanto as projeções de inflação seguem acima da meta.

Especialistas defendem que o reequilíbrio das contas públicas e a reconstrução da estabilidade política são o caminho para derrubar os juros de forma sustentável. O debate promete definir o próximo capítulo do país, e a pressão já recai sobre quem vencer a disputa presidencial.

Próximo presidente herda uma economia espremida por juros altíssimos

O próximo ocupante do Palácio do Planalto assume o poder diante de um cenário econômico adverso, marcado pela desaceleração do crescimento, pelo endividamento crescente das famílias e por uma taxa básica de juros de 13,75 por cento ao ano, segundo uma análise do G1.

Economistas apontam os juros altos como o maior obstáculo à recuperação. A taxa segue entre as mais elevadas do mundo em termos reais, impulsionando a inadimplência e apertando o orçamento das famílias trabalhadoras, enquanto as projeções de inflação seguem acima da meta.

Especialistas defendem que o reequilíbrio das contas públicas e a reconstrução da estabilidade política são o caminho para derrubar os juros de forma sustentável. O debate promete definir o próximo capítulo do país, e a pressão já recai sobre quem vencer a disputa presidencial.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-04 01:10

Atualizado: 2026-10-04 01:10

Fontes