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A disputa presidencial no Brasil colocou os direitos trabalhistas no centro do debate. Lula defende a CLT e o fortalecimento da proteção social, inclusive para quem trabalha por aplicativos, enquanto Flávio Bolsonaro propõe contratos mais flexíveis e menos garantias coletivas.

O contraste é direto: de um lado, a leitura de que trabalhadores de plataformas e autônomos precisam de proteção atualizada; do outro, a tentativa de vender precarização como liberdade. Com milhões de brasileiros dependendo de apps e trabalho informal, a eleição vai definir se as regras protegem a dignidade ou ampliam a exploração.

Lula defende direitos trabalhistas enquanto Flávio Bolsonaro propõe flexibilização

A disputa presidencial no Brasil colocou os direitos trabalhistas no centro do debate. Lula defende a CLT e o fortalecimento da proteção social, inclusive para quem trabalha por aplicativos, enquanto Flávio Bolsonaro propõe contratos mais flexíveis e menos garantias coletivas.

O contraste é direto: de um lado, a leitura de que trabalhadores de plataformas e autônomos precisam de proteção atualizada; do outro, a tentativa de vender precarização como liberdade. Com milhões de brasileiros dependendo de apps e trabalho informal, a eleição vai definir se as regras protegem a dignidade ou ampliam a exploração.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-23 04:10

Atualizado: 2026-10-23 04:10

Fontes