Antropofagia, modernismo e a Era dos Festivais: a música que reinventou o Brasil
Descubra como o ritual de antropofagia do século XVI se tornou a metáfora máxima da criação cultural brasileira — uma história que atravessa os encontros coloniais, obras modernistas como o Abaporu de Tarsila do Amaral e os explosivos festivais de música dos anos 1960.
Da apresentação histórica de Elis Regina em 'Arrastão' ao hino de resistência de Geraldo Vandré contra a ditadura militar, este mergulho revela como artistas transformaram influências estrangeiras em uma voz nacional poderosa e original. É uma celebração da resistência, da reinvenção e do poder transformador da música popular.
Reconecte-se com um momento em que o Brasil olhou para si mesmo — seu povo, suas paisagens, suas contradições — e criou um legado cultural que ainda ecoa hoje.