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O agro brasileiro entrou de vez na era dos dados. O uso de inteligência artificial em fazendas e agroindústrias saltou de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2025, segundo levantamento da FGV com dados do IBGE, Sebrae e OMPI. Drones monitoram lavouras em tempo real, satélites identificam estresse hídrico antes do produtor perceber e algoritmos preveem surtos de pragas com dias de antecedência. Um único trator pode gerar até 1 milhão de pontos de dados por dia.

O salto, porém, vem com um preço alto. O mesmo setor que se digitaliza em velocidade recorde registrou mais de 39 mil ataques cibernéticos em 2025, média superior a 3,2 mil tentativas de invasão por mês, ocupando a terceira posição entre os mais visados por cibercriminosos no Brasil. Cerca de 10% dos ataques de ransomware atingem o campo, e o custo médio de um incidente chega a R$ 1,8 milhão.

Cada sensor conectado, drone na nuvem e API que liga a gestão agrícola ao sistema financeiro é uma nova porta de entrada, enquanto conectividade instável no campo, cultura de segurança em formação e a convergência entre redes OT e TI tornam esses ambientes difíceis de monitorar. A janela para profissionais de segurança que entendem a fazenda digital está escancarada, e proteger os próprios dados começa com ferramentas como a ProtonVPN.

IA no agro dobra em quatro anos e transforma fazendas brasileiras em alvo preferencial de ciberataques

O agro brasileiro entrou de vez na era dos dados. O uso de inteligência artificial em fazendas e agroindústrias saltou de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2025, segundo levantamento da FGV com dados do IBGE, Sebrae e OMPI. Drones monitoram lavouras em tempo real, satélites identificam estresse hídrico antes do produtor perceber e algoritmos preveem surtos de pragas com dias de antecedência. Um único trator pode gerar até 1 milhão de pontos de dados por dia.

O salto, porém, vem com um preço alto. O mesmo setor que se digitaliza em velocidade recorde registrou mais de 39 mil ataques cibernéticos em 2025, média superior a 3,2 mil tentativas de invasão por mês, ocupando a terceira posição entre os mais visados por cibercriminosos no Brasil. Cerca de 10% dos ataques de ransomware atingem o campo, e o custo médio de um incidente chega a R$ 1,8 milhão.

Cada sensor conectado, drone na nuvem e API que liga a gestão agrícola ao sistema financeiro é uma nova porta de entrada, enquanto conectividade instável no campo, cultura de segurança em formação e a convergência entre redes OT e TI tornam esses ambientes difíceis de monitorar. A janela para profissionais de segurança que entendem a fazenda digital está escancarada, e proteger os próprios dados começa com ferramentas como a ProtonVPN.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-11 18:10

Atualizado: 2026-09-11 18:10