Gamers profissionais ainda evitam monitores OLED — mas você não deveria
Nos grandes torneios de esports, os pro players costumam competir em monitores LCD de 24 polegadas e 1080p, não em OLED. A escolha tem menos a ver com desempenho e mais com acordos de patrocínio e hardware fornecido pelos organizadores: telas padronizadas, tamanhos menores e taxas de atualização mais altas mantêm o LCD em evidência. O OLED ainda entrega resposta de pixel quase instantânea e excelente tratamento de movimento, então a ideia de que ele é ruim para o competitivo é um mito.
Para o gaming do dia a dia, o OLED é o upgrade óbvio: pretos perfeitos, contraste enorme, HDR excelente, ângulos de visão amplos e bordas finas que aumentam a imersão. É comum encontrar monitores OLED gamer de 27 polegadas por menos de US$ 500 em grandes promoções. O problema real é uma indústria que muitas vezes coloca dinheiro de patrocínio e margem de lucro acima dos jogadores. Em um mercado de jogos marcado por demissões em massa e fechamentos de estúdios motivados por lucro, devemos exigir mais: tratamento justo para desenvolvedores, integridade criativa e escolhas de hardware que sirvam aos jogadores, não apenas às salas de reunião.