Gamepad
A greve do Banco do Brasil está chegando ao fim na maior parte do país após a maioria das bases sindicais aprovar a proposta de acordo coletivo. Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Pernambuco e Porto Alegre mudaram o voto e aprovaram em menos de 24 horas depois de rejeitar, uma reviravolta marcante para um movimento que havia se concentrado justamente nas bases que recusaram a primeira proposta.

Mas a luta está longe de terminar. Cerca de 18 entidades sindicais rejeitaram o acordo e seguem em greve, defendendo a reabertura das negociações e pressionando por melhores termos. A mensagem é clara: os trabalhadores não aceitam menos do que lhes é devido, e a autonomia de cada base define os próximos passos.

O acordo garante reposição integral da inflação e aumento real de 0,6%, além de medidas de saúde mental, combate ao assédio, direito à desconexão fora do horário de trabalho, limites ao monitoramento digital dos funcionários, ampliação da licença-paternidade e novas cláusulas sociais. É uma vitória da organização sindical e a prova de que a negociação coletiva ainda faz diferença.

Greve do Banco do Brasil termina na maior parte do país, mas 18 bases seguem firmes

A greve do Banco do Brasil está chegando ao fim na maior parte do país após a maioria das bases sindicais aprovar a proposta de acordo coletivo. Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Pernambuco e Porto Alegre mudaram o voto e aprovaram em menos de 24 horas depois de rejeitar, uma reviravolta marcante para um movimento que havia se concentrado justamente nas bases que recusaram a primeira proposta.

Mas a luta está longe de terminar. Cerca de 18 entidades sindicais rejeitaram o acordo e seguem em greve, defendendo a reabertura das negociações e pressionando por melhores termos. A mensagem é clara: os trabalhadores não aceitam menos do que lhes é devido, e a autonomia de cada base define os próximos passos.

O acordo garante reposição integral da inflação e aumento real de 0,6%, além de medidas de saúde mental, combate ao assédio, direito à desconexão fora do horário de trabalho, limites ao monitoramento digital dos funcionários, ampliação da licença-paternidade e novas cláusulas sociais. É uma vitória da organização sindical e a prova de que a negociação coletiva ainda faz diferença.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-11 18:10

Atualizado: 2026-09-11 18:10

Fontes