EUA acusam 17 hackers iranianos por roubo de US$ 3,4 bilhões em propriedade intelectual
O Departamento de Justiça dos EUA acaba de apertar o cerco contra o cibercrime patrocinado por estados, acusando 17 supostos integrantes da empresa de hacking sob encomenda Mabna Institute, ligada ao Irã, por uma campanha de anos que roubou US$ 3,4 bilhões em propriedade intelectual.
Os invasores teriam comprometido cerca de 8.000 contas de professores, roubando 31,5 terabytes de pesquisas acadêmicas e segredos corporativos de 178 universidades e dezenas de empresas e agências dos EUA. O caso também relembra o ataque à HBO, com extorsão de US$ 6 milhões em Bitcoin.
Oito novos réus se somam aos nove já acusados, e o governo americano oferece até US$ 10 milhões por informações que levem à localização de cinco suspeitos. Um alerta poderoso: dados acadêmicos e corporativos estão na mira de atores estatais.