Currículo criativo ajuda a enganar a IA nas seleções? Especialistas respondem
Um designer australiano viralizou ao entregar currículos criativos pessoalmente, como bandejas de café personalizadas e experiências exclusivas para cada empresa. Mesmo assim, ele ainda não conquistou uma vaga fixa — o projeto chamou a atenção da Canva, que fechou uma parceria para um vídeo patrocinado.
Com o avanço da inteligência artificial nos processos seletivos, especialistas alertam que formatos inovadores demais podem atrapalhar. Sistemas automatizados de triagem costumam ignorar informações em gráficos, imagens e layouts complexos, fazendo experiências importantes ficarem de fora da análise.
A recomendação é usar criatividade apenas quando ela demonstra uma habilidade relevante para a vaga, principalmente em áreas como design, marketing e comunicação. Para cargos corporativos e técnicos, a clareza continua sendo essencial — e manter uma versão tradicional do currículo para plataformas digitais é sempre uma boa ideia.