Arma antidrone usada em julgamento histórico no STF: veja como funciona
O STF mobilizou uma arma antidrone de aparência futurística durante um julgamento histórico, e a tecnologia por trás dela parece coisa de ficção científica. Com antenas direcionais integradas e um painel de controle com áudio e sensor óptico, o dispositivo eleva a defesa contra drones a um novo patamar.
Um dos modelos mais famosos é o DroneGun Tactical, com design de rifle e operação feita com as duas mãos. A tecnologia identifica drones por frequência e ondas de rádio e, ao localizar um alvo suspeito, emite um sinal que interrompe o contato com o controle original. A partir daí, o agente de segurança assume o comando, desvia e pousa o drone em local seguro para inspeção, ou força o equipamento a voltar exatamente ao ponto de onde decolou.
O mesmo tipo de aparato já é usado em presídios de São Paulo para impedir que drones levem celulares e drogas aos detentos, um sinal claro de como a segurança por bloqueio de sinal virou ferramenta essencial em operações de alto risco.