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A Polícia Federal está no centro de uma crise institucional. Depois que o ministro André Mendonça, do STF, afastou o diretor-geral Andrei Rodrigues do cargo, o número 2 da corporação, William Marcel Murad, assumiu o comando e não poupou palavras: classificou a decisão como 'disparate' e 'ataque' direto à PF, alertando que a interferência política ameaça a lisura das investigações e a credibilidade das futuras condenações criminais.

Em discurso contundente para centenas de novos agentes, Murad defendeu 'a manutenção do sistema democrático' e avisou que a instituição saberá se defender de qualquer ataque, 'venha ele de onde vier'. Com o diretor de Inteligência também suspenso, o embate entre o STF e a Polícia Federal virou um teste decisivo para o Estado de Direito no Brasil.

Nº 2 da PF rebate afastamento de Andrei: 'disparate' e 'ataque à instituição'

A Polícia Federal está no centro de uma crise institucional. Depois que o ministro André Mendonça, do STF, afastou o diretor-geral Andrei Rodrigues do cargo, o número 2 da corporação, William Marcel Murad, assumiu o comando e não poupou palavras: classificou a decisão como 'disparate' e 'ataque' direto à PF, alertando que a interferência política ameaça a lisura das investigações e a credibilidade das futuras condenações criminais.

Em discurso contundente para centenas de novos agentes, Murad defendeu 'a manutenção do sistema democrático' e avisou que a instituição saberá se defender de qualquer ataque, 'venha ele de onde vier'. Com o diretor de Inteligência também suspenso, o embate entre o STF e a Polícia Federal virou um teste decisivo para o Estado de Direito no Brasil.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-08 17:10

Atualizado: 2026-09-08 17:10