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Num movimento que deixou aliados atônitos, o governo Trump autorizou formalmente a volta do diesel russo ao mercado global, suspendendo as sanções sobre essas exportações até 7 de abril do próximo ano. Trump anunciou o acordo depois de conversar com Vladimir Putin, afirmando que mais três milhões de toneladas chegariam em breve, enquanto o Tesouro emitia silenciosamente a licença temporária que torna tudo isso legal.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky não poupou palavras, chamando o acordo de presente para Moscou e um investimento numa guerra que deveria ser encerrada, não prolongada. Ele alertou que a Rússia retribuiria o diesel com mais terror, e que os ataques ucranianos a refinarias russas são resposta direta a anos de agressões contra a infraestrutura energética do país.

Analistas observam que os volumes são relativamente pequenos, cerca de 2,25 milhões de barris diante de um consumo americano de aproximadamente 3,8 milhões por dia, então os preços na bomba dificilmente vão mudar. O que o acordo realmente faz é uma reviravolta notável: o mesmo presidente que assinou novas sanções contra nações que compram petróleo russo agora ajuda a financiar a máquina de guerra de Moscou, atraindo duras críticas de aliados europeus e de vozes pró-Ucrânia em casa.

Trump fecha acordo de diesel com Putin enquanto a Ucrânia queima, e ainda chamam isso de cooperação

Num movimento que deixou aliados atônitos, o governo Trump autorizou formalmente a volta do diesel russo ao mercado global, suspendendo as sanções sobre essas exportações até 7 de abril do próximo ano. Trump anunciou o acordo depois de conversar com Vladimir Putin, afirmando que mais três milhões de toneladas chegariam em breve, enquanto o Tesouro emitia silenciosamente a licença temporária que torna tudo isso legal.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky não poupou palavras, chamando o acordo de presente para Moscou e um investimento numa guerra que deveria ser encerrada, não prolongada. Ele alertou que a Rússia retribuiria o diesel com mais terror, e que os ataques ucranianos a refinarias russas são resposta direta a anos de agressões contra a infraestrutura energética do país.

Analistas observam que os volumes são relativamente pequenos, cerca de 2,25 milhões de barris diante de um consumo americano de aproximadamente 3,8 milhões por dia, então os preços na bomba dificilmente vão mudar. O que o acordo realmente faz é uma reviravolta notável: o mesmo presidente que assinou novas sanções contra nações que compram petróleo russo agora ajuda a financiar a máquina de guerra de Moscou, atraindo duras críticas de aliados europeus e de vozes pró-Ucrânia em casa.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-10 11:10

Atualizado: 2026-10-10 11:10

Fontes