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Aos 91 anos, Geraldo Vandré segue como uma das figuras mais perturbadoras da música e da resistência brasileira. Uma crônica de vizinhança relembra a noite em que a ditadura militar encenou um falso retorno e uma retratação forçada no Jornal Nacional, tudo para enterrar um homem que se recusou a ser apagado.

O texto recorda como o regime usou guerra psicológica, tortura e depoimentos roteirizados para humilhar militantes de esquerda. A recusa oficial de Vandré à anistia de 1964, registrada sob a palavra 'Nego', permanece como um ato silencioso e radical de enfrentamento.

Décadas depois, seu silêncio voluntário soa como memória viva contra o apagamento histórico, um alerta que ecoa forte diante do avanço do fascismo.

Geraldo Vandré aos 91 anos: o silêncio que ainda desafia a ditadura brasileira

Aos 91 anos, Geraldo Vandré segue como uma das figuras mais perturbadoras da música e da resistência brasileira. Uma crônica de vizinhança relembra a noite em que a ditadura militar encenou um falso retorno e uma retratação forçada no Jornal Nacional, tudo para enterrar um homem que se recusou a ser apagado.

O texto recorda como o regime usou guerra psicológica, tortura e depoimentos roteirizados para humilhar militantes de esquerda. A recusa oficial de Vandré à anistia de 1964, registrada sob a palavra 'Nego', permanece como um ato silencioso e radical de enfrentamento.

Décadas depois, seu silêncio voluntário soa como memória viva contra o apagamento histórico, um alerta que ecoa forte diante do avanço do fascismo.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-09-12 11:10

Atualizado: 2026-09-12 11:10