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O Irã está oficialmente de olho no Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), a instituição multilateral criada por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e presidida pela ex-presidente brasileira Dilma Rousseff. A informação foi confirmada pelo presidente do banco central iraniano em meio às sanções dos Estados Unidos.

Para Teerã, o NDB representa uma saída estratégica do sistema financeiro dominado pelo dólar. Com o Brics discutindo o uso de moedas nacionais e a integração de sistemas de pagamento, a entrada do Irã pode ampliar o financiamento de infraestrutura e desenvolvimento sem depender do velho sistema ocidental.

A movimentação acontece em um momento tenso para o bloco, com divergências sobre conflitos envolvendo Irã, Israel e EUA. Mesmo assim, a aproximação é um recado claro: o Sul Global está construindo alternativas reais à hegemonia do dólar.

Irã entra para o banco do Brics criado pelo Brasil e desafia sanções dos EUA

O Irã está oficialmente de olho no Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), a instituição multilateral criada por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e presidida pela ex-presidente brasileira Dilma Rousseff. A informação foi confirmada pelo presidente do banco central iraniano em meio às sanções dos Estados Unidos.

Para Teerã, o NDB representa uma saída estratégica do sistema financeiro dominado pelo dólar. Com o Brics discutindo o uso de moedas nacionais e a integração de sistemas de pagamento, a entrada do Irã pode ampliar o financiamento de infraestrutura e desenvolvimento sem depender do velho sistema ocidental.

A movimentação acontece em um momento tenso para o bloco, com divergências sobre conflitos envolvendo Irã, Israel e EUA. Mesmo assim, a aproximação é um recado claro: o Sul Global está construindo alternativas reais à hegemonia do dólar.

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