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A eleição de 2026 está pegando fogo, e com ela o debate sobre o que seria um quarto mandato de Lula. Uma análise contundente mostra que o atual governo tem governado mais como herdeiro do neoliberalismo do que como projeto de transformação: manteve a austeridade fiscal, não reverteu reformas trabalhistas e deixou privatizações intactas. Com um mandato final no horizonte, a pergunta é se Lula vai finalmente romper com a ortodoxia que limita o próprio legado.

O programa oficial de governo, criticado pela esquerda, repete o mesmo arcabouço fiscal que esmaga o investimento público e ignora alternativas progressistas que foram deixadas de fora. A mensagem é direta: estabilidade fiscal sem desenvolvimento é apenas declínio administrado. O autor defende que é preciso abandonar o novo arcabouço e colocar o Estado no centro de um projeto nacional de crescimento — antes que seja tarde demais.

Para quem acompanha a política brasileira de perto ou de longe, essa é a discussão que vai definir o futuro da maior democracia da América Latina. Lula quer ser lembrado para além do Bolsa Família. A questão é se terá coragem de ousar de verdade — ou se repetirá, no último ato, os mesmos erros da política econômica conservadora.

O último mandato de Lula: hora de romper com a austeridade ou repetir o passado?

A eleição de 2026 está pegando fogo, e com ela o debate sobre o que seria um quarto mandato de Lula. Uma análise contundente mostra que o atual governo tem governado mais como herdeiro do neoliberalismo do que como projeto de transformação: manteve a austeridade fiscal, não reverteu reformas trabalhistas e deixou privatizações intactas. Com um mandato final no horizonte, a pergunta é se Lula vai finalmente romper com a ortodoxia que limita o próprio legado.

O programa oficial de governo, criticado pela esquerda, repete o mesmo arcabouço fiscal que esmaga o investimento público e ignora alternativas progressistas que foram deixadas de fora. A mensagem é direta: estabilidade fiscal sem desenvolvimento é apenas declínio administrado. O autor defende que é preciso abandonar o novo arcabouço e colocar o Estado no centro de um projeto nacional de crescimento — antes que seja tarde demais.

Para quem acompanha a política brasileira de perto ou de longe, essa é a discussão que vai definir o futuro da maior democracia da América Latina. Lula quer ser lembrado para além do Bolsa Família. A questão é se terá coragem de ousar de verdade — ou se repetirá, no último ato, os mesmos erros da política econômica conservadora.