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Um novo artigo publicado no Jornal GGN expõe o cerco às universidades brasileiras. Enquanto a extrema direita avança contra políticas de diversidade e inclusão, um ativismo identitário autoritário também impõe silêncio dentro dos campi, uma combinação perigosa para a liberdade acadêmica.

O texto cita dois casos recentes: uma doutoranda proibida de defender a própria tese e um servidor da UFPB condenado à prisão por cumprir suas obrigações. Nos dois, o que se vê é intimidação e cancelamento, recebidos com silêncio por grande parte dos intelectuais progressistas.

Defender a universidade pública é defender o debate aberto, sem dogmas e sem patrulha ideológica de nenhum lado.

Universidades brasileiras sob fogo cruzado: ativismo identitário autoritário e pressão da extrema direita

Um novo artigo publicado no Jornal GGN expõe o cerco às universidades brasileiras. Enquanto a extrema direita avança contra políticas de diversidade e inclusão, um ativismo identitário autoritário também impõe silêncio dentro dos campi, uma combinação perigosa para a liberdade acadêmica.

O texto cita dois casos recentes: uma doutoranda proibida de defender a própria tese e um servidor da UFPB condenado à prisão por cumprir suas obrigações. Nos dois, o que se vê é intimidação e cancelamento, recebidos com silêncio por grande parte dos intelectuais progressistas.

Defender a universidade pública é defender o debate aberto, sem dogmas e sem patrulha ideológica de nenhum lado.