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As denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho dispararam em outubro: foram 1.190 registros, alta de 115,6% em relação a setembro e quase 60% de todos os casos recebidos pelo Ministério Público do Trabalho no ano. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram o maior volume, com pressões que vão de ameaças e retaliações à distribuição de material de campanha e mensagens em grupos de WhatsApp.

Com o TSE proibindo expressamente propaganda eleitoral e assédio em ambientes de trabalho públicos e privados, fica evidente que salário não compra voto. Eleição livre e secreta exige proteger trabalhadores de intimidação, não naturalizar abuso de poder econômico por patrões.

Denúncias de assédio eleitoral no trabalho mais que dobram em outubro no Brasil

As denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho dispararam em outubro: foram 1.190 registros, alta de 115,6% em relação a setembro e quase 60% de todos os casos recebidos pelo Ministério Público do Trabalho no ano. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram o maior volume, com pressões que vão de ameaças e retaliações à distribuição de material de campanha e mensagens em grupos de WhatsApp.

Com o TSE proibindo expressamente propaganda eleitoral e assédio em ambientes de trabalho públicos e privados, fica evidente que salário não compra voto. Eleição livre e secreta exige proteger trabalhadores de intimidação, não naturalizar abuso de poder econômico por patrões.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-10-27 05:10

Atualizado: 2026-10-27 05:10

Fontes