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São Paulo enfrenta uma emergência climática nas próprias ruas. Com 70% do solo impermeabilizado, as chuvas intensas viram alagamentos, deslizamentos e caos urbano. Agora, urbanistas, cientistas e especialistas internacionais defendem uma mudança radical: unir grandes obras de drenagem a soluções baseadas na natureza, como parques, florestas urbanas e corredores de árvores nativas.

A experiência de Copenhague após a tempestade devastadora de 2011 mostra o caminho: praças e parques projetados para reter água da chuva temporariamente e, ao mesmo tempo, servir como espaços de convivência. São Paulo já planeja 174 obras de drenagem nos próximos 16 anos, mas especialistas alertam que é preciso ir além e mais rápido — tratando as árvores como infraestrutura climática e protegendo primeiro as comunidades mais vulneráveis.

São Paulo precisa acelerar adaptação climática com mais drenagem e áreas verdes

São Paulo enfrenta uma emergência climática nas próprias ruas. Com 70% do solo impermeabilizado, as chuvas intensas viram alagamentos, deslizamentos e caos urbano. Agora, urbanistas, cientistas e especialistas internacionais defendem uma mudança radical: unir grandes obras de drenagem a soluções baseadas na natureza, como parques, florestas urbanas e corredores de árvores nativas.

A experiência de Copenhague após a tempestade devastadora de 2011 mostra o caminho: praças e parques projetados para reter água da chuva temporariamente e, ao mesmo tempo, servir como espaços de convivência. São Paulo já planeja 174 obras de drenagem nos próximos 16 anos, mas especialistas alertam que é preciso ir além e mais rápido — tratando as árvores como infraestrutura climática e protegendo primeiro as comunidades mais vulneráveis.

Autor: Ivan Carlos

Publicado: 2026-08-30 17:10