Salário mínimo vira a disputa mais dura da eleição de 2026: Lula promete ganho real enquanto a extrema direita foge da pergunta
O salário mínimo se tornou uma das linhas de divisão mais nítidas da corrida presidencial de 2026. No governo Lula, a política de reajuste acima da inflação voltou e levou o piso para R$ 1.621. Se a fórmula do governo Bolsonaro tivesse sido mantida, o mesmo trabalhador receberia hoje R$ 170 menos.
A campanha de Lula confirma que manterá o modelo atual: inflação mais crescimento real, limitado a 2,5%, com o piso ainda atrelado aos benefícios previdenciários. Já a campanha da extrema direita, que promete um 'tesouraço' nos gastos, foi questionada diretamente sobre manter esses ganhos reais e preferiu não responder.
Essa fuga de resposta diz muito. O ganho real é o caminho pelo qual milhões de famílias brasileiras recuperam poder de compra, e defender esse reajuste é escolher a dignidade em vez da austeridade para quem está na base da pirâmide.